Bem vindo(a),

ao bananejournal. Ele é ultrapassado, simples, subjetivo e desconfigurado. Um porta rascunhos abandonado e mal lacrado. Uma parte de mim por mim mesma, portanto, um pouco diferente das outras versões. Talvez você goste, talvez não. Basta saber que ele é totalmente pessoal.

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Moi,

Anna, 18 halloweens completos, ansiosa, mal-humorada, míope, cruzeirense, neurótica, magrela, ciumenta u.u, descontrolada, obesessiva, ama mamãe, animais, livros, Sofia, Paola, Texana, ansiolíticos (o que destrói a ansiedade), silêncio, campo, toddy, sardas, cabelos pretos, ela, pseudônimos, personagens, escrever, apagar, limpar, deletar. Futura: veterinária, ativista, mãe de família desesperada. Intolerante a: covardia, burrice, barulho, espera, dor, academia, calor, lugar fechado, multidão, salão de beleza, banco.

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Palavras de Ed. Kennedy

"É inegável como a verdade pode ser brutal às vezes. pra admirá-la.
Geralmente passamos a vida acreditando em nós mesmos. 'Eu tô bem', dizemos. 'Tá tudo bem'. Mas às vezes a verdade pega no pé e não tem santo que a faça desgrudar. É aí que percebemos que às vezes ela nem chega a ser uma resposta, mas sim uma pergunta. Mesmo agora, estou aqui pensando até que ponto minha vida é convincente." (de Eu sou o mensageiro)


Agora eu estou pensando que talvez o grande lance seja fazer da ppria vida uma história convincente. Pelo menos convencer-se a tentar... Já é o bastante. Nem toda verdade é imutável. Algumas a gente pode mudar, mesmo aquelas que de tanto serem repetidas já se tornaram absolutas. Só é preciso saber distingui-las. 

  Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é

 



às 21:47,



spectacle;

Certa vez uma Flor me apresentou a um poeta e jornalista chamado Álvaro.
Ela me mostrou o Espetáculo, completando um outro poema escrito para Clarice. Ela me mostra coisas lindas.

O salto mortal
é meu número especial
nesta tarde de domingo. 

Não temo o trapézio
por não saber voar
sobre as cabeças
que torcem para a corda arrebentar.

Quando muito,
abro a tarde
falando ao respeitável público
que farei a mágica final
de desaparecer
sem nunca ter sido
visto por ninguém
.

 ▬ Talvez os palhaços estejam mesmo na platéia.



às 14:59,



Mais máscaras...

 [editando porque tinha faltado um pedaço no final e eu NÃO sei por que isso aconteceu, mas fiquei com medo]

                É uma tese cientificamente provada por mim e pela minha prima. Chegamos à conclusão de que somos duas monstras irritantes agarradas no pé das pessoas que mais amamos. Apesar de ela indubitavelmente ser muito mais totalitária do que eu em casa, a essência de tudo isso acaba sendo a mesma. Insegurança, medo, infantilidade. Eu não sei, mas há uma justificativa.
               Infelizmente não descobrimos o porquê de agir assim e porque é tão tendencioso fazer mal a essas pessoas incríveis, mas suspeitamos da hereditariedade. Um exemplo foi quando me mantive fechada numa bolha entorpecida tentando disfarçar qualquer problema por tempo suficiente para esse se tornar o maior dos problemas. O medo de fazer essas pessoas sofrerem não foi suficiente para realmente não permitir que sofressem por me verem tornando-me um projeto de zumbi. Hoje (9 de janeiro, aniversário do Snape) eu senti com mais propriedade a dor de magoar uma dessas pessoas e então eu acordei pra essa história. Estar ao lado é muito mais saudável do que estar no pé; implicar não é uma forma de demonstrar amor. Desculpas são muito superficiais pra quem levou o tapa.
               Eu percebi essa realidade mais cedo do que a minha prima e vou mudar isso desde já. Antes que seja tarde demais para tentar provar o que eu perdi oportunidades de demonstrar por estar perdendo tempo sendo insegura e idiota.  

 (u.u) E a próxima vez que a minha vó falar que me ama demais da conta, eu vou responder "eu também amo ocê muito, vó."

"Eu amo você muito, Ste."

Assinado: Srta. Eu Amo Demais e Não Sei Demonstrar Anônima.



às 16:49,



Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos.

          Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o rei Dom José perguntou ao General Pedro D'Almeida, Marquês de Alorna, o que se havia de fazer. Ele respondeu ao rei: "Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos".

          Simples e objetiva essa resposta é de grande sabedoria e tem muito a nos ensinar. Às vezes os terremotos são catastróficos demais e a gente não consegue parar para raciocinar com serenidade o que deve ser feito: Sepultar os mortos, enterrar tudo de ruim que o terremoto causou, esquecer os males do passado, sem lamentar e sem reclamar. E é aí que está a grande dificuldade, a de enterrar, ficamos tempo demais velando o leite derramado. Sepultados os mortos, o que fazer então? Cuidar dos vivos. Ainda há uma vida a ser seguida e é preciso cuidar dela e de tudo o que restou em volta e recomeçar, em vez de ficar divagando sobre como teria sido se não houvesse o terremoto. Enfim, fechar os portos. Um terremoto enfraquece demais. É por isso que precisamos criar defesas para impedir que aproveitem das nossas fragilidades. Se os portos estiverem abertos, invasores entrarão trazendo mais problemas.
          Os conselhos do Marquês ajudaram na reconstrução de Lisboa no século XVIII e podem ajudar na reconstrução de uma vida também. Quando vier algum terremoto: sepulte os mortos, cuide dos vivos e feche os portos!  ;)



às 18:41,



Enfim, um blog.

Depois de um dia inteiro com a bunda pregada em frente ao computador, eu terminei esse cacete layout. Tive tanto trabalho que agora, na hora do post, na parte principal, na hora da obra, a minha criatividade já esgotou-se, a minha paciência está no level -10 e eu chego à conclusão de que eu não acredito que eu vá continuar com isso. Um porque ninguém vai ler e dois porque eu sou preguiçosa. Mas se estou aqui é porque no fundinho ( lá no fundinho ;D ) eu acredito que há uma maneira de me renovar, rever conceitos e tentar mudar as coisas que eu posso mudar. Não que um blog seja capaz disso, mas um incentivo sempre ajuda, então resolvi me ajudar um pouco.

Não se vai fazer sentido pra quem ler, mas pra mim faz:

"O tempo corre em um ritmo rápido
Você esconde as rachaduras, os fatos vão te encontrar
Vire-se e deixe os dias solitários para trás agora

Todas as coisas que você acha que estão garantidas
Te atingem como uma bala na barriga
Você não consegue se levantar
Mas você vai ao menos tentar?
Porque se você nem ao menos tentar
O tempo vai te deixar pra trás

Feliz natal  :)



às 23:24,